Se são meus pais e estão a ler este texto, parem já! Não há nada para ver aqui. Vou falar de sexo e coisas marotas e sobre isso vocês não vão querer ler, ok? Adoro-vos muito, mas até para a semana!
Eu acho todos os teus textos bons e hilariantes (e não é porque somos amigas!), mas este ganhou! Eu nem estou a conseguir respirar, sobretudo porque o meu pai um dia vai e virou um dedo ao contrário, a primeira coisa que disse foi “caralhos me fodam” e a minha mãe telefonou-me a contar e a rir-se desalmadamente (do impropério dito por um homem, não do acidente claro) 😂
Eu ri-me alto a ler este comentário. Juro que o caralhos me fodam vai ser sempre um mistério para mim. Consigo visualizar o teu pai a dizê-lo e a tua mãe a rir AHAHAHAHAHAAH
Nem sei como reagir a tamanha gentileza ❤️ Muito obrigada! Fico mesmo feliz por gostares!
(Quanto a tornar o mundo mais rico, não me importava nada que se refletisse na conta bancária - mas deve ser só rico em sonhos ou em palavreado impróprio ahah)
Ora, ora, ora… parece que temos aqui a menina Sónia Maria Barbosa du Bocage. Se havia uma coisa que eu não estava à espera era de rir tanto às 10 da manhã de um Domingo com um texto cheio de turpilóquios. Confesso que faço uso dos palavrões principalmente para expiar as frustrações ou como analgésico quando me mutilo inadvertidamente. Os que me saem são quase sempre compostos, raramente me sai um palavrão isolado. O mais na ponta da língua é o f*da-se que normalmente complemento com caralh*. Também uso muito uma frase que me alivia que é: filhos de uma saca de put@s e de um cabaz de cornos! Mas que não esperava rir tanto a esta hora de um Domingo, isso não esperava. Quando é que sai o livro?
AHAHAHAH sinto que preciso de treinar várias vezes esse "filhos de uma saca de put@s e de um cabaz de cornos" para me sair naturalmente! Isso requer algum tempo fechada no quarto a andar em círculos e a entoar o cântico. Sai-me mais facilmente o Estrelinha que te guie.
Acabei de aprender mais uma palavra: turpilóquios! Que belo vocábulo, sim senhor. Mais um sinónimo para asneirolas, palavrões, blasfémias. Tinha dado um jeitaço quando estive a escrever.
Fazer rir com coisas pouco ortodoxas (e logo no dia tradicionalmente associado à missa) é o cumprir de um sonho que eu nem sabia que tinha.
Quanto ao livro: gostava que saísse muito em breve, porque está a ganhar pó na gaveta!
Não conhecia e vou começar a acompanhar! Linguagem fresca e desinibida, ideias com futuro, fruto de um passado de aperto linguístico que se soltou em boa hora!
Obrigado, a sério! Precisavam de sair lágrimas alegres dos meus olhos!
Caralho era o cesto dos navios antigos colocados no alto dos mastros para onde iam os marinheiros vigias, algo bastante desconfortável. “Vai para o caralho” deve-se a esse facto, a tarefa mais detestada pelos marinheiros.
Esta semana também dei à minha mãe o endereço para o meu Substack - ainda considerei ir reler tudo o que escrevi desde janeiro do ano passado, mas depois desisti. Deus sabe o que vai acontecer!
(adorei o texto, se não tiver feito mais nada pelo mundo este ano. ter-te inspirado conta!)
Os meus são sempre os primeiros a ler... O bom é que sempre que escrevo consigo esquecer-me dessa informação dramática. Mas acho que destas informações dramáticas eles não se vão esquecer tão facilmente.
(Mil obrigadas pela inspiração! Se não fosses tu ainda estava às voltas no subconsciente à procura de uma esmolinha de tema)
O meu nome é Carina e, não sendo a do texto, uma vez fui parar ao hospital com um botão enfiado no nariz e chamei de tudo ao médico que o tentou retirar. Inclusive filho da “polícia” e “seu carvalho” (não disse polícia nem carvalho). Ao contrário dos teus pais, eu tinha tios que achavam muita piada ensinar asneiras à miúda mais jovem da casa, com 5 anos tinha um vocabulário de palavrões de um homem adulto e infelizmente ainda não era ilegal (era esperado, até) bater como forma de educação, a tentar desfazer o que os meus tios tinham feito. Agora em adulta vivo no estrangeiro e sim, digo palavrões, mas são maioritariamente em inglês e o impacto não é o mesmo 😆
AHAHAHAH eu li as primeiras palavras deste comentário e ia-me dando uma síncope!
Palavrões em Inglês são muito macios, passam despercebidos. Nada como um bom palavrão de vogal aberta - se possível composto, que é para ter ainda mais impacto.
Conseguiu tirar-te o botão do nariz? Espero que sim! Sendo filho da polícia tem mais é que ser profissional e cumprir o seu propósito 😂
Eu acho todos os teus textos bons e hilariantes (e não é porque somos amigas!), mas este ganhou! Eu nem estou a conseguir respirar, sobretudo porque o meu pai um dia vai e virou um dedo ao contrário, a primeira coisa que disse foi “caralhos me fodam” e a minha mãe telefonou-me a contar e a rir-se desalmadamente (do impropério dito por um homem, não do acidente claro) 😂
Eu ri-me alto a ler este comentário. Juro que o caralhos me fodam vai ser sempre um mistério para mim. Consigo visualizar o teu pai a dizê-lo e a tua mãe a rir AHAHAHAHAHAAH
Uiiii o que pr’aqui vai ☺️
A semana veio com trovoada, agitou-te as “lembraduras” … e trouxe alguns grãos de pimenta lá do fundo… chamo- lhes tempero!
Contudo não me posso queixar do plantio, do crescimento bonito , nem da colheita equilibrada!
Eu pago o café sim, o próximo é numa chávena das Caldas 😉 (com surpresa)😊😅
Acho que esses grãos de pimenta que trouxe do fundo ainda foram daqueles que me puseste na língua - a meu pedido! ahahahahah
Sónia, os teus textos são uma benção para a humanidade e o mundo é mais rico por tua causa.
Nem sei como reagir a tamanha gentileza ❤️ Muito obrigada! Fico mesmo feliz por gostares!
(Quanto a tornar o mundo mais rico, não me importava nada que se refletisse na conta bancária - mas deve ser só rico em sonhos ou em palavreado impróprio ahah)
Ora, ora, ora… parece que temos aqui a menina Sónia Maria Barbosa du Bocage. Se havia uma coisa que eu não estava à espera era de rir tanto às 10 da manhã de um Domingo com um texto cheio de turpilóquios. Confesso que faço uso dos palavrões principalmente para expiar as frustrações ou como analgésico quando me mutilo inadvertidamente. Os que me saem são quase sempre compostos, raramente me sai um palavrão isolado. O mais na ponta da língua é o f*da-se que normalmente complemento com caralh*. Também uso muito uma frase que me alivia que é: filhos de uma saca de put@s e de um cabaz de cornos! Mas que não esperava rir tanto a esta hora de um Domingo, isso não esperava. Quando é que sai o livro?
AHAHAHAH sinto que preciso de treinar várias vezes esse "filhos de uma saca de put@s e de um cabaz de cornos" para me sair naturalmente! Isso requer algum tempo fechada no quarto a andar em círculos e a entoar o cântico. Sai-me mais facilmente o Estrelinha que te guie.
Acabei de aprender mais uma palavra: turpilóquios! Que belo vocábulo, sim senhor. Mais um sinónimo para asneirolas, palavrões, blasfémias. Tinha dado um jeitaço quando estive a escrever.
Fazer rir com coisas pouco ortodoxas (e logo no dia tradicionalmente associado à missa) é o cumprir de um sonho que eu nem sabia que tinha.
Quanto ao livro: gostava que saísse muito em breve, porque está a ganhar pó na gaveta!
Muito bom 😆👏👏❤️
Estive de olhos pregados neste texto a subia a rua, no Continente, na Wells, no caminho para casa...muito muito engraçado!!
Ahahah, só espero não te ter feito tropeçar!!! Muito obrigada ❤️
Estou a chorar a rir. Nem sei te sei dizer do quê, exatamente, porque é tudo brilhante. Morro contigo, Sónia.
Que felicidade a de te fazer rir! Ao menos isso! 😅 Obrigada, Carolina!
Não conhecia e vou começar a acompanhar! Linguagem fresca e desinibida, ideias com futuro, fruto de um passado de aperto linguístico que se soltou em boa hora!
Obrigado, a sério! Precisavam de sair lágrimas alegres dos meus olhos!
Muito obrigada pelo comentário! E bem-vindo 🤗 Há palermices semanais por aqui!
Caralho era o cesto dos navios antigos colocados no alto dos mastros para onde iam os marinheiros vigias, algo bastante desconfortável. “Vai para o caralho” deve-se a esse facto, a tarefa mais detestada pelos marinheiros.
Carla Bugalho
Obrigada, Carla, pela partilha! O que essa palavra já navegou para aqui chegar.
Esta semana também dei à minha mãe o endereço para o meu Substack - ainda considerei ir reler tudo o que escrevi desde janeiro do ano passado, mas depois desisti. Deus sabe o que vai acontecer!
(adorei o texto, se não tiver feito mais nada pelo mundo este ano. ter-te inspirado conta!)
Os meus são sempre os primeiros a ler... O bom é que sempre que escrevo consigo esquecer-me dessa informação dramática. Mas acho que destas informações dramáticas eles não se vão esquecer tão facilmente.
(Mil obrigadas pela inspiração! Se não fosses tu ainda estava às voltas no subconsciente à procura de uma esmolinha de tema)
O meu nome é Carina e, não sendo a do texto, uma vez fui parar ao hospital com um botão enfiado no nariz e chamei de tudo ao médico que o tentou retirar. Inclusive filho da “polícia” e “seu carvalho” (não disse polícia nem carvalho). Ao contrário dos teus pais, eu tinha tios que achavam muita piada ensinar asneiras à miúda mais jovem da casa, com 5 anos tinha um vocabulário de palavrões de um homem adulto e infelizmente ainda não era ilegal (era esperado, até) bater como forma de educação, a tentar desfazer o que os meus tios tinham feito. Agora em adulta vivo no estrangeiro e sim, digo palavrões, mas são maioritariamente em inglês e o impacto não é o mesmo 😆
AHAHAHAH eu li as primeiras palavras deste comentário e ia-me dando uma síncope!
Palavrões em Inglês são muito macios, passam despercebidos. Nada como um bom palavrão de vogal aberta - se possível composto, que é para ter ainda mais impacto.
Conseguiu tirar-te o botão do nariz? Espero que sim! Sendo filho da polícia tem mais é que ser profissional e cumprir o seu propósito 😂
E só para ser clara, o episódio no hospital passou-se quando eu tinha 5 anos. 😅🥲
Completamente de acordo haha